
A menina brincava com seu balão vermelho, era um balão especial, estava cheio de gás hélio e por isso estava sempre flutuando sobre a cabeça da menina que o segurava por um barbante amarrado na parte inferior do balão. Seus olhinhos brilhavam quando olhavam para aquele vermelho vivo sob a luz do dia e seu coração disparava toda a vez que o barbante escorregava por entre seus dedinhos e balão quase era levado pelo vento. Isso aconteceu várias vezes até que a menina percebeu que um balão de gás flutuante deveria fazer isso mesmo, flutuar. O lugar do balão de vermelho tão vibrante não era preso a suas mãozinhas seguras. Ela o soltou mesmo sabendo que sentiria falta de brincar com ele. Mas nada que escape pelos dedos a qualquer vacilo ou distração, é coisa merecedora de manter-se amarrada ao coração.
Verdade incontestável!
ResponderExcluirNeh?
ResponderExcluirObrigada pela presença sempre marcante aqui Ruth,minha blogcompanheira,rsrs.
Nossa, ameeeei
ResponderExcluirNossa, ameeeei
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